Manual — Sala ULTRA
A sala durante a operação
A parede com várias entidades
A sala do líder continua a ser a que conheces do manual principal — parede de quadros, lista dos diretos, Ouvir, Captura — com uma diferença visual: os quadros das entidades aderentes trazem o badge da sua entidade, para que num relance saibas de quem são os olhos que estás a ver.
O mapa operacional junta as posições de todos: bodycams e drones, próprios e dos aderentes, cada um com o seu rasto. Numa praça com três entidades no terreno é o mapa, não a memória, que diz quem cobre o quê.
Com várias intervenções distantes, a barra de direção escolhe o que seguir — todas as unidades, uma zona (os grupos nascem sozinhos por proximidade), uma unidade só, ou mão livre — e os marcadores da entidade líder (o incêndio, o palco, o posto de comando) ficam diante dos olhos de toda a sala, janela do segundo monitor incluída.
O que fica por entidade
Dois instrumentos continuam deliberadamente da entidade titular do canal, mesmo dentro de uma operação conjunta:
- a repetição: recuar e transferir clipes só se pode nos canais da própria organização — o arquivo de um aderente continua a ser dele;
- as ordens às bodycams: a sala manda mensagens às suas próprias bodycams. Cada entidade comanda a sua cadeia; a coordenação entre entidades passa do líder para a entidade, não do líder diretamente para os voluntários dos outros.
É o desenho, não um limite: uma sala comum que atropelasse a cadeia de comando dos aderentes não seria aceite por nenhuma entidade — e com razão.
Os alarmes
Um MD (homem caído) disparado de uma bodycam chega à sala da entidade titular com posição e tomada a cargo, como sempre. O líder vê o canal em direto e a posição no mapa: o desenho da resposta — quem manda quem — continua a ser matéria da coordenação entre salas.